ALISSON SOARES

PSICÓLOGO E PSICANALISTA

 

 

ATENDIMENTO PRESENCIAL E ONLINE

NITERÓI - RJ

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O PSICANALISTA É UM ESCUTA(DOR) POR OFÍCIO

Sobre Mim

 

 

 

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Meu nome é Alisson, sou PsicanalistaPsicólogo (CRP 05/64902) formado pela UNESA, com Especialização e Mestrado em Psicanálise pela Universidade Veiga de Almeida. Atualmente, estou cursando Doutorado, também pela Universidade Veiga de Almeida. Minha experiência clínica e jornada acadêmica vêm sendo realizadas concomitantemente ao longo do meu percurso profissional, de modo que uma não se contituiu sem a outra. Isso tem me colocado em contato constante com as produções psicanalíticas mais atuais e os avanços teóricos no campo da psicologia, ao passo que me permite ouvir na clínica o sofrimento contemporâneo e proceder com um trabalho profissional bem fundamentado teoricamente.

Atualmente, trabalho com atendimento de jovens e adultos, tomando a Psicanálise Lacaniana como referência de escuta e tratamento. Assim, no contexto do tratamento, a fala do paciente é priorizada e apreciada como ferramenta de trabalho, permitindo emergir, para além das angústias, sofrimentos e sintomas, uma particularidade que faz do paciente um sujeito singular.

"o eu não é senhor em sua própria casa"

 

 

(Freud, 1917)

Psicanálise, pra que te quero?

 

 

 

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A pergunta “Psicanálise, pra que te quero?” nos coloca a possibilidade de uma resposta que, inicialmente, pode ser comentada a partir de dois aspectos supostamente distintos. O primeiro orientado ao desenvolvimento de uma teoria que contribui para a compreensão da cultura e da humanidade em seu movimento histórico-social. O outro aspecto considera a práxis de um saber fundado na clínica, através da escuta e do tratamento de sujeitos siderados pelo sofrimento, mal-estar e angústia. A bem da verdade, ambos os aspectos estão intimamente associados e mutuamente implicados, o que, de saída, nos dá a dimensão da complexidade que uma abordagem utilitária da psicanálise compreende.

 

Freud criou a psicanálise no momento que o saber preponderante sobre o psiquismo humano era baseado fundamentalmente na objetividade científica que se pretendia – e ainda é assim - reduzir a causa psicopatológica ao sistema orgânico. Seu método inovador priorizou a fala e a história individual, situando a psicopatologia no registro da constituição subjetiva de cada sujeito. A psicanálise se debruça, portanto, sobre o psiquismo humano, revelando o inconsciente à revelia de abordagens que tomam o indivíduo através do comportamento, da cognição e da consciência.

A consideração do inconsciente enquanto um conceito, longe de se referir a algo que se opõe à consciência, diz respeito a um ponto de desconhecido, ao que é propriamente íntimo do ser, que, embora nunca completamente, pode ser apropriado pelo sujeito através do trabalho de análise.  O inconsciente, tal como concebido por Freud, integra o aparelho psíquico determinando as escolhas, os fracassos e as repetições de sofrimento de uma pessoa. Daí a importância de um tratamento que se presta a escutar os equívocos, as entrelinhas e os sonhos, pois são essas as formas de o inconsciente se manifestar. Estar atento a esse inconsciente, sempre evanescente, diga-se de passagem, configura o selo que faz da psicanálise um saber que se distingue radicalmente da psiquiatria e da psicologia.